ENSINO À DISTÂNCIA

ENSINO À DISTÂNCIA

sexta-feira, 28 de outubro de 2011


Educação a distancia

      Educação a distância é a ligação entre aprendizagem e tecnologia, onde a distância não é mais um problema, é o ensino aprendizagem onde professores não precisam estar dentro de uma sala de aula fisicamente, mas podem estar juntos usando mecanismos mediados pela tecnologia tais como: internet, correio, telefone, televisão entre outros.
      A educação a distância pode ser feita nos mesmos níveis de ensino já conhecidos. É mais adequado para educação de adultos que já tem base de ensino individual em outros métodos, pois as crianças, pelas suas especificidades e necessidades de desenvolvimento social, não podem prescindir o contato físico, da interação.
       É interessante ressaltar que com o avanço das tecnologias de comunicação virtual que possibilitam pessoas que estão longe ficarem bem perto, logo o conceito de presencialidade também se altera, havendo assim um intercâmbio de saberes possibilitando que um professor contribua com o seu conhecimento na aula de outro muitas vezes à distância.
      Nesse processo de ensino o formato de aula também sofre alterações. Entendemos por aula um espaço e um tempo determinado. Esse espaço e tempo cada vez ficarem mais flexíveis, ou seja, alunos e professores poderão estar em suas casas e ainda assim trocarem ideias, responderem perguntas, debates pesquisas com textos, até mesmo fora do horário especifico de aula, isso com a ajuda das tecnologias interativas.              
      O processo de mudança da educação a distância não é fácil. Iremos mudando aos poucos, pois há uma grande desigualdade econômica de acesso, de maturidade, de motivação das pessoas. Nem todos estão preparados para as mudanças, pois um dos grandes problemas é a falta de acesso aos recursos tecnológicos de algumas pessoas. É de extrema importância viabilizar a todos o acesso as tecnologias, e aos meios significativos para absorção desse método inovador.                                                                                                 


                                                                                                                                 (Joaldo silva santos)

sábado, 15 de outubro de 2011




  •                       EDUCAÇÃO À DISTANCIA 

    O ensino a distância assentado na internet surge como uma modalidade de educação
extremamente adequada às novas demandas  educacionais que caracterizam o mundo 
globalizado e a sociedade alicerçada em informações dinâmicas. 
Nos dias atuais, tanto as empresas quanto as universidades investigam como fazer o melhor 
uso do ensino a distância com o objetivo de minimizar custos e a distância entre os atores 
envolvidos no processo de ensino-aprendizagem. Todavia, romper os paradigmas da 
educação tradicional e implementar caminhos  seguros para a nova realidade educacional 
tem sido tema de estudo para muitos pesquisadores na área educacional e tecnológica. 
     Os recursos tecnológicos disponíveis possibilitam ambientes de ensino virtuais agradáveis 
que favorecem a troca de idéias, o compartilhamento de experiências, a inclusão de 
biblioteca, uso do bate-papo (chat),  permuta de mensagens eletrônicas e realização de 
fóruns (conferência).  
    Nesta vertente, cabe ressaltar que a aprendizagem on-line deve enfatizar a interação, 
cooperação (colaboração) e a construção do conhecimento, ou seja, o discente passa a ser 
individuo ativo na edificação do seu saber e do grupo ao qual pertence.  
    (Joaldo silva)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

sociedade da informação

          Ao longo da história o homem tem criado os mais diversos meios e ferramentas para comunicar, e deste modo melhorar os seus padrões atuais de vida. Diante das suas criações, hoje as conclusões a tirar são complexas e pouco exactas. Se por um lado as suas criações lhe conferem um melhor modo de vida (como a criação de transportes, comunicações, etc.), são precisamente estas criações que o destroem (a poluição, desemprego, etc.).
Assim, assistimos a um desenvolvimento tecnológico, independente e autónomo, sem necessitar de ser controlado pelo homem (o seu criador). Ou como mais recentemente a ciência nos afirma: “o desenvolvimento tecnológico avança
           Um dos primeiros a desenvolver o conceito de sociedade da informação foi o economista Fritz Machlup. Em 1933, Machlup começou estudando o efeito das patentes na pesquisa. Seu trabalho culminou no importante estudo "The production and distribution of knowledge in the United States" em 1962. Este livro foi amplamente considerado e foi traduzido para o russo e japonês.
O problema da tecnologia e seu papel na sociedade contemporânea tem sido discutido na literatura científica usando uma séria de rótulos e conceitos. Ideias de um conhecimento ou informação econômica, sociedade pós-industrial, sociedade pós-moderna, revolução da informação, capitalismo da informação tem sido debatidas nas últimas décadas.
Sociedade da Informação é um termo - também chamado de Sociedade do Conhecimento ou Nova Economia - que surgiu no fim do Século XX, com origem no termo Globalização. Este tipo de sociedade encontra-se em processo de formação e expansão.
A sociedade não é um elemento estático, muito pelo contrário está em constante mutação e como tal, a sociedade contemporânea está inserida num processo de mudança em que as novas tecnologias são as principais responsáveis. Alguns autores identificam um novo paradigma de sociedade que se baseia num bem precioso, a informação, atribuindo-lhe várias designações, entre elas a Sociedade da Informação.
Este novo modelo de organização das sociedades assenta num modo de desenvolvimento social e econômico onde a informação, como meio de criação de conhecimento, desempenha um papel fundamental na produção de riqueza e na contribuição para o bem-estar e qualidade de vida dos cidadãos. Condição para a Sociedade da Informação avançar é a possibilidade de todos poderem aceder às Tecnologias de Informação e Comunicação, presentes no nosso cotidiano que constituem instrumentos indispensáveis às comunicações pessoais, de trabalho e de lazer.
tão rápido que o homem não o consegue alcançar”.

Adaptação do homem a um novo paradigma de sociedade

         Mas por outro lado, esta sociedade poderá ser a culpada por grandes diferenças sociais, tendo em conta o seu grau de exigência. Visto que é uma sociedade que vive do poder da informação, tendo como base as novas tecnologias ela poderá ser muito discriminatória, quer entre países, quer internamente, entre empresas, entre pessoas. Até algum tempo atrás, o saber ler e interpretar textos, bem como efectuar cálculos matemáticos simples, era obrigatório para se viver em harmonia e bem-estar na sociedade, este novo cenário mudou e as necessidades de qualificações profissionais e acadêmicas aumentaram consideravelmente.
O ser humano tem a aptidão de se adaptar e como tal, as pessoas devem ter uma atitude flexível, com conhecimentos generalistas, capazes de se formarem ao longo da vida de acordo com as suas necessidades e que dominem as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). A sociedade exige da escola pessoas com uma formação ampla, especializada, com um espírito empreendedor e criativo, com o domínio de uma ou várias línguas estrangeiras, com grandes capacidades para resolução de problema        

Relação dos jovens com a Sociedade da Informação

         Os jovens adquirem vários conhecimentos fora da escola, pois eles estão auto-integrados neste novo paradigma de sociedade, preferindo por vezes o aconchegante lar, com todas as tecnologias à disposição, à escola enfadonha e obsoleta. É importante a escola tornar-se mais atractiva e em sintonia com as novidades tecnológicas.
Face a esta situação, já tem vindo a surgir alguns projectos, como por exemplo, One Laptop Per Child, projecto da autoria de Nicholas Negroponte, cientista Americano, formado em arquitectura, é um dos fundadores e professor do Media Lab, o laboratório de multimédia do Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde é financiado por mais de 105 empresas, incluindo as maiores corporações dos Estados Unidos da América e as grandes empresas da indústria do entretenimento.
Com grande reconhecimento no mundo da informática, fundou a OLPC, uma organização sem fins lucrativos que pretende assegurar a possibilidade de todos os estudantes terem o seu próprio portátil com vista a melhorar o seu nível de educação e a propiciar a sua entrada na nova era do conhecimento.
A ideia de Nicholas Negroponte é produzir um portátil de baixo custo que tenha distribuição maciça, chegando às crianças de todo o Mundo, incluindo aos lugares mais remotos de países como a Nigéria, o Brasil, a China, a Tailândia, o Egipto ou a África do Sul.
Capaz de se ligar à Internet sem utilizar cabos, o computador poderá funcionar através de corrente eléctrica, com pilhas e também através de um pedal gerador de energia. Este pedal, que inicialmente era uma manivela lateral, deverá liga-se ao transformador de energia, permitindo que as crianças de localidades mais remotas, como pequenos acampamentos sem electricidade, possam também utilizar o computador.
Os portáteis deverão começar a ser distribuídos durante o primeiro trimestre de 2007, por um preço inicial de 135 dólares, que descerá para 100 dólares em 2008 e apenas 50 dólares a partir de 2010. Estes computadores não vão estar disponíveis para a venda ao público, sendo apenas distribuídos nas escolas, através de iniciativas governamentais.
A sociedade tenderá a ser cada vez mais competitiva, criando mais riqueza e consequentemente qualidade de vida, tornando-se numa sociedade mais livre evitando a exclusão do cidadão convidando-o a participar. Mas para que isto seja possível e não se criem maiores dissimetrias sociais, as políticas educativas desempenham um papel primordial. Assim, a escola assume um papel fundamental na Sociedade da Informação, dotar o homem de capacidades para competir com o avanço tecnológico, condicionando-o, de maneira a que este avanço não seja autónomo, e possa ser controlado, de modo, a que sejam as nossas necessidades a corresponder ao desenvolvimento tecnológico e não o desenvolvimento tecnológico a moldar as nossas necessidades.


Consequências

          Os aspectos positivos são visíveis, tal como a melhoria da nossa qualidade de vida. Com a introdução de máquinas e robôs nas indústrias tem-se aumentado a taxa de desemprego, mas a transição por vezes tem estas consequências. Com o nascimento de um novo sector, denominado de quaternário, cujo bem mais importante é a informação, assistimos a mudanças profundas na sociedade. A taxa de desemprego continua a aumentar com o desaparecimento de algumas profissões, entre outros factores. A perda de postos de trabalho, a extinção de algumas profissões, e a reconversão de outras até serem substituídas por novas, decorre um longo período de adaptação, que se poderá estar a viver neste momento, sendo difícil analisar as transformações quando estão a acontecer sem o tempo necessário para verificar as consequências.
Economia
A competitividade exige performance de desempenho profissional, flexibilidade apostando-se na qualidade do produto ou serviço final em detrimento do processo. A caneta e o papel estão claramente a ser substituídos pelas capacidades oferecidas pela informática, quer em termos de hardware como de software. As facilidades que as tecnologias trazem têm vindo a aumentar o nível de complexidade da informação e o seu respectivo tratamento. Com a Internet existe a troca de fluxo vivo de informação. A economia também é influenciada por este processo.     (Joaldo silva)

   

sobre a disciplina

As tecnologias contemporâneas atuam para a mudança do cenário tradicional da sala de aula. O que antes era formado por um professor, um quadro, giz, caderno, lápis e alunos em fila, agora ganha uma nova configuração. Porém, muito mais do que criar novos cenários, as tecnologias interferem também no roteiro e na atuação dos atores da educação, ou seja, modifica a performance dos professores e dos alunos.
Nessa perspectiva, os alunos não são meros expectadores de um espetáculo dirigido pelo professor, mas sim, co-autores e co-responsáveis pelo processo de aprendizagem. A questão agora é saber como estas novas tecnologias, que estão incorporadas ao cotidiano das sociedades contemporâneas, devem trabalhar para a melhoria do processo educacional. O que estudaremos nesta disciplina são alguns aspectos dessa questão. O desafio está lançado. Vamos a eles?